Em novembro de 2025, o Movimento pela Equidade Racial (MOVER) divulgou o estudo “Percepções sobre justiça racial e desigualdade de gênero no Brasil”, trazendo dados reveladores sobre as expectativas dos consumidores brasileiros. Segundo a pesquisa, 67% da população acredita que as marcas devem se manifestar ativamente contra o racismo e a injustiça racial.
O levantamento, que ouviu mais de 2 mil pessoas em todo o país, evidenciou que a agenda de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I) não é apenas uma necessidade moral, mas também um fator decisivo de negócio. De acordo com os dados:
71% dos entrevistados possuem uma percepção positiva de marcas que possuem áreas dedicadas a DE&I.
54% demonstraram fidelidade a empresas que adotam medidas significativas contra a desigualdade racial.
92% da população reconhece a existência do racismo no Brasil, evidenciando uma consciência coletiva sobre o tema.
Natália Paiva, diretora-executiva do MOVER na época, explicou que o consumidor está disposto a “premiar” marcas que se posicionam, seja recomendando produtos ou considerando trabalhar nessas organizações. O estudo também aprofundou questões de gênero, revelando que a preocupação com a desigualdade atinge 75% das mulheres.
Relembre este marco na compreensão do mercado brasileiro e os detalhes do estudo que fortaleceu a agenda de impacto social no setor privado.





